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Miss Unicorn

Pedras no caminho? Eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo.

Miss Unicorn

Pedras no caminho? Eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo.

10 coisas que odiamos no verão #4

Transpiração

 

Por muito que se goste do verão (não é o caso por aqui), não podem dizer que não ficam incomodados nos dias de calor extremo em que basta sair de casa e já estamos a transpirar por todos os poros. Pior que isso é quando acabámos de tomar banho e, logo de seguida, parece que precisamos de outro. É das piores coisas do verão, andar o dia todo desconfortável e pegajoso...

 

 

10 coisas que odiamos no verão #3

Carros a ferver:

 

Já falei do calor excessivo nesta rubrica, mas hoje tenho de falar dos carros que ficam expostos ao sol durante o verão. É impossível entrar num carro que tenha estado nesta condição durante o dia inteiro, é o mesmo que entrar num forno! Às vezes nem com as portas abertas durante um bocado resolve. 

Pior ainda, é quando a parte metálica do cinto toca na pele... Ui!

10 coisas que odiamos no verão #2

O calor excessivo:

 

Há dias de verão ótimos, como o de hoje, em que está uma temperatura agradável que permite passear e fazer tudo sem grandes problemas... E depois há aqueles dias de calor tórrido, em que nada parece resolver. Torna-se impossível andar na rua e, por vezes, estar dentro de casa. Esta é uma das razões que me faz não gostar do verão.

 

 

10 coisas que odiamos no verão #1

Esta é a nova tag da blogosfera, iniciada pela Caracol: 10 coisas que odiamos e 10 coisas que adoramos no verão. Durante os próximos 20 dias úteis, às 14h, vários bloggers irão falar sobre estes dois temas, a começar nas coisas que odiamos.

 

Claro que, sendo eu uma pessoa do inverno, tive de aderir. Quando penso em coisas que odeio no verão, a primeira que me vem à cabeça são mosquitos! Melgas, mosquitos... Não os suporto, especialmente de noite. Para além de picarem (o que deixa uma comichão desgraçada), é impossível dormir com aquele barulho.

 

Aqui está uma das coisas que mais odeio no verão! Quem se quiser juntar ainda vai a tempo, serão todos bem vindos.

Around Oviedo...

Oviedo é a capital da província Astúrias, em Espanha. É a segunda cidade mais populosa da província e um ótimo destino para passar um fim de semana cultural. Por se localizar no norte do país apresenta um clima ameno, ideal para visitar o centro histórico da cidade a pé. Aqui estão alguns dos locais obrigatórios a ver, quando se visita Oviedo:

 

Museu e Circuito Fernando Alonso

O duas vezes Campeão do Mundo de Fórmula 1, Fernando Alonso, é originário de Oviedo, local onde tem um museu e circuito de karts. O museu conta com mais de 270 peças da carreira do piloto, entre os quais carros, troféus, capacetes (seus e de outros pilotos)... Tem também uma pista de karts onde vários pilotos aprendem e realizam pequenas provas. Recomendo para todos os fãs de automobilismo.

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Catedral de Oviedo/ Catedral de S. Salvador

A Catedral de Oviedo, consagrada a São Salvador situa-se no centro histórico da cidade. É um sítio de passagem dos peregrinos de Santiago de Compostela, e é muito rica em história. A entrada é paga, mas dá direito a uma visita guiada por áudio, em várias línguas, entre as quais português, que ilustra o passado referente a cada sala por onde se passa.

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Museu de Belas Artes das Astúrias

Este museu apresenta é dividido em várias partes, cada uma representando um período da história. Apresenta várias obras de variados artistas, umas mais antigas e com mais histórias, outras mais atuais e contemporâneas. Localiza-se bastante perto da Catedral e a entrada é gratuita.

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 Para além disto, Oviedo tem várias ruas pedonais, com lojas e restaurantes muito interessantes. A hospitalidade com que fui recebida foi ótima e repetiria a viagem. Um fim de semana chega para conhecer os melhores recantos desta cidade.

(Todas as imagens deste post são da minha autoria)

Era Uma Vez... com a C.S

Na rubrica Era Uma Vez, os bloggers convidados recordam e partilham algumas peripécias das suas infâncias. A convidada de hoje é a C.S, do blog Há Mar Em Mim. Caso ainda não a conheçam, passem pelo blog, onde ela fala sobre um pouco de tudo. Hoje veio contar o episódio que levou à fobia de um certo tipo de animal.

 

Miss Unicorn, obrigada pelo teu convite, fiquei muito contente quando o recebi, até porque ele implica que voltemos a um dos momentos mais marcantes das nossas vidas: a infância.

Era uma vez… a pequena C.S., teria entre os dois a três anos e era uma menina curiosa, (característica que mantem até aos dias de hoje), de caracóis loiros e um mundo por descobrir. Vivia no Alentejo e os seus pais levavam-na muitas vezes a passear ao campo.

Num belo dia de primavera, a família estava num dos seus piqueniques campestres quando o pai da menina se levanta num ápice e vai a correr atrás de qualquer coisa, a pequena C.S. vai também, pois a sua curiosidade aguçada a isso a impelia.

A dada altura, “a coisa” que o pai da menina e também o tio, que se havia juntado à festa, perseguiam entrou para um buraco, que nada mais era que uma manilha de cimento abandonada, e a pequena C.S. não fez mais nada, foi colocar-se no extremo oposto, de cabeça baixa entre as pernas a espreitar, tentando compreender do que se trataria “a coisa”.

(Façamos aqui uma pausa na história. Têm de compreender que com a adrenalina do momento o meu pai não se tinha apercebido que eu também estava a fazer parte daquela aventura e, por sua vez, a minha mãe estava descansada porque eu tinha ido com o meu pai. Não se esqueçam que estamos a falar de um tempo que remonta há 28 anos atrás, em que os pais também eram mais “chill out” em relação aos filhos. Esclarecido isto, prossigamos a narrativa…)

A partir deste momento aconteceu tudo muito rápido e “a coisa”, sentindo-se perseguida, fugiu pela manilha adentro, tentando escapar para a única saída possível: a abertura por onde a pequena C.S. espreitava. “A coisa” passa-lhe pelo meio das pernas a alta velocidade e a C.S. apanhou um dos maiores sustos da sua vida, pois viu um lagarto com cerca de dois palmos de comprimento passar por si e como nunca havia visto nada igual e a tamanha velocidade começou a chorar a plenos pulmões e a correr em direção à mãe, desesperada.

Não caiu, não se magoou, apenas se assustou e ganhou um medo para a vida a tudo aquilo que seja bicho rastejante. O pai da menina lá a apanhou e consolou, tentando explicar que não se tratava de nada mau. Mas em vão. Até hoje a C.S. teme este tipo de animais.

(Não me perguntem porque raio o meu pai e o meu tio queriam apanhar o pobre bicho, não faço ideia, mas isso também não interessa. O que interessa é o trauma com o qual eu fiquei. Ahahahahah…)

 

Obrigada C.S!