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Miss Unicorn

Pedras no caminho? Eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo.

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Era Uma Vez... com a Ana Rita

2017 começa bem aqui no blog, com o retorno da rubrica "Era Uma Vez", onde os bloggers convidados partilham peripécias suas de infância! 

A primeira convidada deste ano é a Ana Rita, dos blogs "Conversas, Café e Sorrisos", "We Fashion" e o mais recente projeto "Mães mais que [im]perfeitas".  Vamos ver o que ela tem para nos contar:

 

 

Era uma vez uma menina de 6 anos que sonhava com uma bicicleta cor de rosa com fitinhas no guiador e um cesto para levar as suas bonecas a passear.

Depois de muito insistir com os seus papás eles acederam ao pedido da menina e compraram a TAL bicicleta embrulhada cuidadosamente no Natal de 1993. A menina ficou felicíssima com a sua bicicleta que alem de tudo ainda tinha quatro rodinhas em vez de duas para facilitar a aprendizagem. Com muita paciência o pai da menina começou a ensiná-la a andar de bicicleta só que de cada vez que ele tentava tirar as rodinhas era um problema.

 

Mais propriamente uma peixeirada porque a menina punha-se a gritar desalmadamente a plenos pulmões no meio da rua como se o pobre homem a tivesse a tentar matar à bordoada.

Moral da história um, depois de uma infinidade de tentativas falhadas, gritarias e muita vergonha o pobre homem de seu nome "meu pai" mandou a menina, de seu nome Ana Rita à fava enquanto a ervilha não dá e a linda bicicleta cor de rosa com fitinhas no guiador, um cestinho branco para as bonecas e rodinha atrás foi encafuada na arrecadação como se de um qualquer vírus contagioso se tratasse e só saiu de lá para ser oferecida a uma qualquer criança que lhe desse o uso que a primeira dona - por ser uma piegas do pior - não deu!

Moral da história dois, a menina que adorava a sua bicicleta mas que berrava como se estivesse a ser esfolada viva cada vez que se montava nela NUNCA aprendeu a andar de bicicleta e por isso passou-lhe uma das melhores coisas da infância/adolescência ao lado - andar de bike com os fellow amigos.

 

E pronto foi assim que o meu pobre pai perdeu a paciência comigo (e olhem que ele tem a rodos)  e desistiu de me tentar ensinar a andar de bicicleta.

 

Obrigada Ana!

 

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