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Miss Unicorn

Pedras no caminho? Eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo.

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Era Uma Vez... com a Heidiland

Na semana passada, a Psicogata passou aqui pelo blog e nomeiou a Débora, do blog Heidiland para ser a próxima convidada da rubrica "Era Uma Vez". Ela aceitou o nosso convite e hoje ela está aqui para nos contar um episódio caricato da sua infância:

 

Era uma vez uma menina muito aplicada mas um pouco desastrada (talvez a palavra mais indicada fosse cabeça no ar). Esta é uma de muitas estórias que tenho sobre quedas, mas orgulho-me de nunca ter partido um único osso.

O episódio ocorreu quando tinha uns seis/sete anos. Tinha aulas de manhã e à tarde ia para casa com a minha avó. Havia uma espécie de ritual: chegava a casa, lanchava e depois ia fazer os trabalhos de casa. Naquele dia resolvi questionar a minha avó sobre um problema de matemática (algo que nunca tinha feito, visto que a minha avó estava sempre entretida a ver televisão), mas esqueci-me que tinha as pernas completamente enroladas nas pernas da cadeira. Quando me tentei levantar caí (enrolada na cadeira) no chão. Consegui não esfolar cotovelos nem joelhos, mas fiquei com o lábio muito inchado da joelhada que dei na boca.

A minha avó não ganhou para o susto com o estrondo e depois viu-se grega para me desenrolar da cadeira. Estive o resto da tarde sentada no sofá a colocar gelo, mas não valeu de muito, o meu lábio estava inchado e tinha os olhos negros como um guaxinim. Será escusado dizer que no dia seguinte a minha mãe recebeu um recado da professora,  pois ninguém acreditava na minha versão da história. Após muita insistência da minha mãe e visto que não havia um historial de violência doméstica, a minha professora finalmente acreditou em nós.

Quero agradecer à Psicogata pela nomeação e à Miss Unicórnio por nos dar a oportunidade de contar um dos meus episódios mais caricatos de quando eu era pequena.

 

Obrigada eu, Débora!

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