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Miss Unicorn

Pedras no caminho? Eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo.

Miss Unicorn

Pedras no caminho? Eu guardo todas. Um dia vou construir um castelo.

Era Uma Vez... com o P.A

O convidado de hoje para a rubrica "Era Uma Vez" é o P.A, do blog "A minha namorada apanhou o bouquet". Caso ainda não conheçam, o blog do P.A aborda vários temas, sempre com humor. Hoje ele veio dar um pulo a este lado da blogosfera e partilhar connosco uma peripécia da sua infância:

 

Obrigado pelo convite Miss Unicorn =) 

Bem... parece que é graças a ti que vão ficar a perceber o porquê do motivo do P.A ser como é.
Estúpido.
Vamos recuar até aos meus 5 anos. O que mentalmente até é uma viagem curta e fácil de fazer para mim. Fisicamente, sou capaz de ser mais sexy agora. Ou isso, ou vejo pior.
Bom estamos no infantário. Imaginem o pequeno (e não sexy) P.A com o seu bibe aos quadrados vermelhos de um lado para o outro, sossegado da sua vida, quando de repente começa a observar uma espécie de predador à sua volta - uma hormonal colega de turma.
Essa colega de turma pegava em mim, empurrava-me contra a parede, dizia que queria casar comigo e pior, tinha batom, muito batom naqueles lábios!
Como eu sofria ao sentir-me uma tela de Picasso cada vez que ela me apanhava sozinho. As primeiras vezes ainda fui apanhado e beijado/pintado de surpresa, mas depois lá conseguia fugir.

E assim era a minha rotina de infantário... um episódio calmo do LoveOnTop.

Agora vem a parte que me emociona particularmente.

Eu tinha uma almofada muito fofinha com uma vaquinha sorridente cosida. Levava-a para todo o lado. Era a minha almofada!
Numa ida à praia pelo infantário, verão, calor, o P.A levava-a na mesma claro. Então nesse dia, na praia, enquanto eu estava a brincar (longe da predadora claro) oiço uma voz a gritar o meu nome. Olho e juro-vos que nunca conseguirei apagar esta imagem da minha cabeça: 
A predadora tinha a minha almofada como refém! Estava a segurá-la e prestes a beijá-la com aqueles quilos de batom! Numa espécie de "é melhor vires cá senão é a almofada quem sofre".
Lembro-me de começar a correr na direcção dela e a gritar aquele célebre "Nãaaaaaaaooooo" com os braços e mãos bem esticadas, tudo em slow motion para ter mais carga emotiva.

Em vão...

Acabei eu, a almofada e a predadora, na areia, beijados, pintados, largados...

Fim?

Não!  Falta a parte do ser estúpido.

10 anos depois deste episódio, voltei a encontrá-la....

QUE DEUSA DIVINA MEU DEUS!!!

Obrigada, P.A!

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